A faculdade, que parecia inviável, já está chegando à metade. Estou um pouco decepcionado com o meu próprio aprendizado, pois vejo que há tanto para ler e aprender por si só, e estou inerte, esperando só o que vem dos professores. Mas estamos caminhando, quiçá nos recuperemos na vontade de crescer, de saber e fazer.
No trabalho poucas mudanças.
A vida em família apresenta aquelas questões básicas e inerentes a todo relacionamento humano: até onde exigir e até onde ceder. Melhor que caminhar sozinho? Não sei. Mas o que é o mundo todo senão um "Eu" mais ampliado e sincero, com toda a dureza da sinceridade? Estamos sempre e estamos nunca sozinhos.
O viver do milionário parece ser muito duro, muito difícil e cheio de problemas. Gostaria que a vida não me poupasse tanto...
Muito difícil pensar em alguém sem sentir saudade, faz falta mesmo. Fisicamente, é como quando você esfola a pele e sai pedaço. Não dá para esquecer de algo assim. O nome do alguém é Nanci.
Budismo ajuda, mas para revelar este buda está dando um trabalho...
Um comentário:
Também sinto muita falta da mamãe! Muitas vezes me pego chorando, mas sempre penso tenho de seguir adiante e seguir o exemplo dela, que não se deixou abater pelas pancadas da vida e sempre segui, por nós, seus filhos. Acho que ela lutou o que lutou, tanto quanto à tristeza da viuvez como quanto ao sofrimento das doenças que enfrentou por nós, ela estava preocupada com o nosso bem estar. É claro que amava a vida e ter saúde, como todos nós, mas acho que resistiu diversas vezes pensando em nós. Só sei que sinto muitas saudades da minha linda!!!
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