Assim que me sinto. Plantado na imensidão...
sábado, 21 de novembro de 2009
Morte e vida. Ponto, ponto-e-vírgula ou reticências?
A dor continua, ora mais amena, ora mais forte.
A saudade é o espinho na carne, fere e faz sangrar, mas é a lembrança que não se quer largar, é a recordação que precisa se fazer sempre presente porque é parte de mim, se esta lembrança se for, é como se eu mesmo estivesse deixando de ser.
A pessoa mais presente em todos os meus quarenta anos de vida se foi... grande parte de quem eu sou está com esta pessoa, amada, querida, admirada, um sol brilhante a iluminar perene aqueles que dela se lembrem.
Não imaginava que se fosse, nunca, jamais... Que c'est triste Venise!
A saudade é o espinho na carne, fere e faz sangrar, mas é a lembrança que não se quer largar, é a recordação que precisa se fazer sempre presente porque é parte de mim, se esta lembrança se for, é como se eu mesmo estivesse deixando de ser.
A pessoa mais presente em todos os meus quarenta anos de vida se foi... grande parte de quem eu sou está com esta pessoa, amada, querida, admirada, um sol brilhante a iluminar perene aqueles que dela se lembrem.
Não imaginava que se fosse, nunca, jamais... Que c'est triste Venise!
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